o final glorioso
Com as nuvens do Céu: o final glorioso
O final glorioso da aparição dessas nuvens de Deus é mencionado por Jesus Cristo diante do sumo sacerdote: “... eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu” (Mt 26.64). Jesus, nesse confronto decisivo com as autoridades espirituais, apontou para o Filho do Homem de quem já falara o profeta Daniel: “Em minha visão à noite, vi alguém semelhante a um filho de homem, vindo com as nuvens dos céus. Ele se aproximou do ancião e foi conduzido à sua presença” (Dn 7.13).

O sumo sacerdote entendeu imediatamente de quem Jesus estava falando: do Messias divino. Infelizmente ele rejeitou a última oportunidade de reconhecer Jesus como o Salvador enviado por Deus. Ao rasgar suas vestes sumo sacerdotais, a rejeição de Israel estava selada de forma irreversível, e por um longo tempo o véu do endurecimento caiu sobre o povo escolhido. Com certeza a liderança religiosa daquela época conhecia o Salmo 104, que falava do Senhor “envolto em luz como numa veste, ele estende os céus como uma tenda, e põe sobre as águas dos céus as vigas dos seus aposentos. Faz das nuvens a sua carruagem e cavalga nas asas do vento” (v. 2-3). Mas o sumo sacerdote não queria, de forma alguma, relacionar tudo isso com a pessoa de Jesus Cristo, bem ali à sua frente. Essas nuvens em que Jesus virá em poder e glória para governar o mundo todo significam que o Céu se abrirá e a terra será reconectada: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo nas nuvens do céu com poder e grande glória” (Mt 24.30).
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